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Poetas durante o
debate em Paraty, nesta quinta-feira 4
/ Marsílea Gombata
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“Na Flip, jovens poetas brasileiras lembram
o papel de resgate do sublime no cotidiano. Por Marsílea Gombata, enviada a
Paraty
No universo da poesia, palavra é derrota e também arma de luta. “Temos um desencanto com as palavras, mas não temos outra maneira de fazê-lo”, explicou a poeta carioca Alice Sant’Anna, de 25 anos. Esta fazia parte da mesa O dia a dia debaixo d´água, da 11ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), sobre o feito da poesia em conseguir expressar e lutar contra momentos de sombra.
