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Novos personagens de desenhos ficam carecas em campanha do Graac

Olivia Palito e Popeye aderem a campanha global.
CicloVivo

Em novembro de 2013, a agência de publicidade Ogilvy Brasil e o GRAACC (Grupo de Apoio à Criança e ao Adolescente com Câncer) criaram uma campanha contra o câncer infantil chamada Carequinhas. A ação ganhou bastante repercussão nas redes sociais e agora o movimento ganha a adesão de mais personagens.

A campanha trata do preconceito que as crianças carecas enfrentam no seu dia a dia. Para isso, foram divulgadas imagens de diversos personagens infantis de desenho animado em sua versão sem cabelos, veja aqui. Com a repercussão positiva da ação, um novo passo foi dado: transformar o que seria apenas uma campanha em um movimento global.

Como o autismo ajudou Messi a se tornar o melhor do mundo

"Os sintomas da Síndrome de Asperger trabalharam a seu favor.

, Diário do Centro do Mundo 

Messi é autista. Ele foi diagnosticado aos 8 anos de idade, ainda na Argentina, com a Síndrome de Asperger, conhecida como uma forma branda de autismo. Ainda que o diagnóstico do atleta tenha sido pouco divulgado e questionado, como uma maneira de protegê-lo, o fato é que seu comportamento dentro e fora de campo são reveladores.

Ter síndrome de Asperger não é nenhum demérito. São pessoas, em geral do sexo masculino, que apresentam dificuldades de socialização, atos motores repetitivos e interesses muito estranhos. Popularmente, a síndrome é conhecida como uma fábrica de gênios. É o caso de Messi.

É possível identificar, pela experiência, como o autismo revela-se no seu comportamento em campo — nas jogadas, nos dribles, na movimentação, no chute. “Autistas estão sempre procurando adotar um padrão e repeti-lo exaustivamente”, diz Nilton Vitulli, pai de um portador da síndrome de Asperger e membro atuante da ong Autismo e Realidade e da rede social Cidadão Saúde, que reúne pais e familiares de “aspergianos”.

Games podem melhorar a visão das crianças, diz pesquisa



“Se os seus pais reclamam que você costuma sentar muito perto da TV para jogar video game, alegando que isso pode estragar a sua visão, saiba que, na verdade, o resultado pode ser exatamente o oposto. Pesquisadores do Reino Unido descobriram que os jogos de video game podem ser usados no diagnóstico e também no tratamento de doenças relacionadas à visão.

Uma disfunção conhecida como ambiopia (olho preguiçoso) é bastante comum em crianças. Um tratamento comum envolve o uso de um tapa-olho para que o olho aberto seja “forçado” a desenvolver um menor tempo de resposta a tudo aquilo que vê.

Os cientistas criaram uma espécie de óculos especial que, quando usado em jogos durante uma hora por dia, durante uma semana ou 10 dias, resulta em uma melhoria quase que imediata. “Ao forçar a criança a usar os dois olhos, o cérebro se torna consciente da imagem no olho preguiçoso”, explica Anita Simmers, uma das responsáveis pela pesquisa. “É como se essas células, que antes eram latentes, fossem reativadas e regeneradas”, completa.

Os óculos utilizados na pesquisa ainda são um protótipo e não estão disponíveis em escala comercial. Ainda assim, os primeiros estudos mostram que a utilização de games pode ser favorável durante o tratamento. Essa não é a primeira vez que os jogos são relacionados como sendo positivos às doenças da visão. Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que games podem ser usados no tratamento de catarata em pacientes idosos.”