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| B.B. King era capaz de deixar uma música subliminar no ar quando tocava a guitarra – Foto: Facebook 4/10/2014 |
Do El Pájaro que Come Piedra
Era o bluesman B.B. King.
Peguei o busão de noite e de manhã estava na capital do Paraná.
Eu tremia como vara verde: não falava inglês e não tinha dinheiro para o almoço.
Haveria uma coletiva de imprensa (que não aconteceu), mas era por volta do meio-dia e eu fiquei andando pelos lados da Rua XV e tomando um café atrás do outro para enrolar. O hotel de King ficava na Avenida Getúlio Vargas – não lembro o nome, assim como também não guardei um recorte daquele jornal.
