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Estudo de rostos revela ciência da primeira impressão

Seis faces e suas versões ilustradas, incluindo a do autor do estudo, Tom Hartley (o 2º da esq. para dir.)
"Mostra-me a foto do teu perfil do Facebook e te direi quem és". Poderia ser uma máxima atualizada a partir das conclusões de um novo estudo de cientistas britânicos.

Jonathan Webb, BBC Brasil 

 Todos fazem julgamentos sociais baseados nos rostos de estranhos, mas agora pesquisadores calcularam matematicamente como os atributos físicos podem influenciar as primeiras impressões.

Analisando mais de mil fotos, eles afirmaram que pequenas mudanças nas dimensões de um rosto podem transmitir uma personalidade mais confiável, a ideia de liderança ou despertar atração.

Os resultados, publicados na revista científica PNAS (Procedimentos da Academia Nacional de Ciências), podem ajudar a guiar as pessoas a escolher as suas fotos mais apropriadas para ilustrar diferentes situações.

Psicopatas do cinema inspiram estudo científico

"Psicopatas retratados no cinema inspiram estudo científico. Uma equipe de psiquiatras forenses da Bélgica analisou psicopatas retratados no cinema. Conclusão: famosos personagens encarnados por Anthony Hopkins, Michael Douglas e Sharon Stone poderiam ser pessoas reais


O cinema é uma arte particularmente apropriada para a descrição de psicopatias, afirma Samuel Leistedt, psiquiatra forense do hospital Marroniers, localizado em Tournai, na Bélgica. Muitos filmes que retratam psicopatas entraram para lista dos clássicos e bateram recordes de bilheteria, comoPsicoseSilêncio dos Inocentes e Sangue Negro.

Leistedt e sua equipe criaram um banco de dados com 400 filmes. Com base no realismo dos personagens, cerca de um terço desse material foi selecionado para uma análise. O estudo, que foi publicado no Jornal of Forensic Sciences, descobriu que, ao longo dos anos, as psicopatias retratadas no cinema se aproximaram bastante da realidade.

Neuromarketing: Como lucrar com os nossos desejos


Uma nova disciplina emprega técnicas e tecnologias da medicina, da psicologia e do marketing para estudar o comportamento do consumidor. Descobre-se assim, com rigor científico, o que leva as pessoas a consumir. Primeira constatação: acreditar que escolhemos o que consumimos é pura ilusão

Fabíola Musarra, Brasil 247

Você acredita que é perfeitamente capaz de escolher o que consome? E que ninguém no mundo pode te empurrar algo que não queira? Cuidado! A arte de convencer a comprar é, na verdade, uma ciência chamada neuromarketing. Ela se baseia na psicologia e em equipamentos empregados pela medicina.

Todo mundo tem um botão de compras no cérebro. Quando acionado, esse impulso faz algumas pessoas consumirem mais, outras menos. Até há pouco tempo, o que motivava esse comportamento era uma verdadeira incógnita. Agora não é mais, já que a arte de convencer o indivíduo a comprar tornou-se uma ciência. O neuromarketing, como é chamada a nova disciplina, baseia-se em pesquisas sobre o comportamento do consumidor, mas emprega técnicas e tecnologia da medicina e do marketing para avaliar com rigor científico o que leva as pessoas a consumir. Auxiliados pela ressonância magnética e pela tomografia computadorizada, os neuromarqueteiros conseguem entrar na mente das pessoas e descobrir desejos antes mesmo que elas tenham consciência da sua existência.

Parece complicado... E é. Na prática, porém, não é difícil entender como funciona o neuromarketinkg. Nem tampouco perceber aonde ele pretende chegar. Basta refletir sobre as "armas" que são usadas para nos forçar a consumir. Entre elas, o branding sensorial: os nossos sentidos são seduzidos por aromas e percepções que nos estimulam a comprar. Por exemplo, você sabe o que é RTX9338PJS? Código esquisito, não é? Mais estranho ainda é o produto: um spray que contém aroma de cheeseburger de bacon. Quando é pulverizado nos dutos de ventilação de uma lanchonete, o seu proprietário vende uma quantidade muito maior de sanduíches.”
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